quinta-feira, maio 23, 2013

domingo, outubro 21, 2012


Pelo território das mãos, hei de ultrapassar o obscuro sentido que fenece quando crio.

Abriu a porta depois de ter retirado as palavras de onde nenhuma fechadura segurava a alma de fugir.

Desde os primórdios do desejo, a fome é o que corresponde continuidade.

A escrita tem fé.

Mario Quintana tem a beleza-riqueza do eternamente simples.

Tem inventos em que as pessoas nos fazem irradiar!

O luto é a travessia do solitário para nunca mais voltar.

A natureza reconcilia um pedaço de Deus que no homem faz dizer.

Um pouco de doçura enquanto a inocência não fora perdida.